A censura do Silva

censura

O Silva e alguns dos seus conselheiros privados gostam da politica sem resposta, são defensores dos tradicionais ‘comunicados’, como forma de propagandear alguma coisa, salvaguardando que minguem possa manifestar publicamente, uma opinião contrária.

Depois de ter conseguido chegar à sua cadeira de sonho, falando em politica de proximidade, podemos até lembrar a noticia veiculada na altura, que rezava assim:
“Instituído pelo actual Executivo Municipal, o Dia da Freguesia, todas as quintas-feiras do mês, tem por objectivo a visita às sete Freguesias do Concelho de forma a, durante todo o dia, auscultar os problemas e preocupações dos munícipes e das instituições”

Rapidamente, ao ver-se constantemente confrontado com habitantes que não reconheciam a sua magnânima governação, adotou a sua postura de rei Sol, e ao longo de três anos de mandato, quem pretendesse falar-lhe, tinha de marcar hora, que  de nada valia, pois na melhor das hipóteses tinham de esperar pelo menos uma hora antes de serem  recebidos, muitos daqueles que agora fazem corte ao Rei Sol, nas recentes reuniões de Câmara, tiveram várias vezes que penar para conseguir uma audiência.

Este exercício de uma forma de absolutismo dentro da República foi o estilo dominante até, pasme-se! O Silva se lembrar que para continuar como Rei, tinha de se submeter a votos este ano. E vai dai, começou a fazer um rol de promessas de benefícios que ele concederá na eventualidade de ganhar.
A politica de proximidade foi uma miragem, sabe-se agora que para além dos tiques monárquicos o nosso Edil é possuidor também, de “qualidades” de ditador, muitas vezes evidenciadas com o “quem manda aqui sou eu”, e que ultimamente tem tido novos desenvolvimentos.

Imagine que o leitor quer deixar algum reparo construtivo no Facebook da Câmara, situação normal em qualquer Município que preze a transparência. Pois fique sabendo, se é que já não sabe, que o Silva (sim, leu bem! O próprio Silva) se não gostar do seu comentário vai apagá-lo. Ao eliminar os reparos que são feitos à gestão da autarquia o Silva julga que calando o mensageiro, pode calar a mensagem.

O “estar Presidente” é um privilégio que o povo dá, se o Silva não quer ouvir os reparos e as criticas, não honra o cargo que ocupa.
Advertisements

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s