Bocas

Dizem por aí as boas línguas que se prepara uma lista de independentes para concorrer aos diversos órgãos autárquicos em Nelas. Essas boas línguas até catalogam essa putativa candidatura como uma candidatura na “Margem Esquerda”, coisa que, aliás, muito apreciamos.

Dizem-nos que um conjunto alargados de pessoas de bem, desinteressadas da materialidade das coisas mas preocupadas com a política e a acção do Silva, que vai pejando o seu caminho de aldrabices, má-educação e, alegadamente, atropelos à lei, vai avançar. Dizem-se irritados com o Partido Socialista que, face a evidencias claras, parece que vai optar, através de Ana Catarina Mendes, por manifestar apoio ao “socialista” mais autocrático, mal-educado, desequilibrado e inverdadeiro que há memória de passar pelo Concelho de Nelas e arredores.

Sugeríamos algumas cautelas a quem, rodeado de águas nortenhas e sem as capacidades messiânicas de um qualquer Moisés, ou atulhada na azafama que as ratices lisboetas envolvem, não tem a clarividência para conhecer as idiossincrasias locais e as razões que levaram a Comissão Política Concelhia a manifestar-se contra a recandidatura do Silva:

  1. Cautelas com os processos em Tribunal e no Ministério Público, pois não vá rebentar a batata quente na mão de quem teima em não assumir, preto no branco, o apoio do partido ao Silva. Como não queremos acreditar que a Justiça não seja cega e equidistante, é um risco sério que se avizinha. Um risco sério que aparentemente foi devidamente introduzido a quem de direito;
  2. Cuidado com as cantigas com que o Silva engana o partido, o governo e os que desde cedo orbitam em redor do “rei sol” a troco de um lugarzinho que julgam dourado. Vai chegar uma altura que todas estas melodias se vão revelar falsas. O processo vai começar quando adeptos do “solário” se derem conta que há muito mais promessas do que lugares prometidos e que os raios dimanados por este “astro” carunchoso não chegam para aquecer tanto rabo frio;
  3. Atenção ao que está a acontecer, por exemplo, no Sátão, onde o “separar” de águas levou a que o PS não apresente candidato e, agora, manifeste apoio a uma lista encabeçada por um militante histórico, que rejeitou integrar listas Socialistas e recusa agradecer apoios espúrios, vãos e reféns;
  4. Atente-se ao que tem acontecido por esse mundo fora no que diz respeito aos resultados alcançados pelos chamados “partidos tradicionais”;

Catarina & Cia / não vais levar a mal / mas honestidade (e seriedade, já agora) / é fundamental.

Aldeia da roupa branca

No longínquo ano de 1938, no filme de Chianca de Garcia,  “Aldeia da Roupa Branca” cantava-se

Ai rio não te queixes,
Ai que o sabão não mata,
Ai até lava os peixes,
Ai põe-nos da cor da prata.

Nessa altura os problemas ambientais não eram actualidade, não havia SEPNA, APA ou IGAMAOT. Entretanto passaram uns expressivos 80 anos mas há quem ainda estupidamente teime em viver nesse passado distante, prejudicando todos em benefício de poucos. À semelhança desses tempos vão-nos dando umas cantigas para “embalar” e para que acreditamos que nada disto é grave. Grave é que as entidade supra referenciadas – SEPNA, APA e IGAMAOT, vão em cantigas.

Na passada sexta-feira, 13 de Abril,  foram captadas as seguintes imagens e vídeos e elas documentam o aspecto que a Ribeira da Pantanha apresenta em todo o seu troço.

Sexta-feira 13. Será que foi azar? As entidades competentes e a Câmara Municipal de Nelas já saberão quem provoca este estado de coisas?

Carta aberta

Começo por esclarecer que inicialmente, resolvi chamar a estas linhas “carta aberta ao Silva”. Mas era curto, meu caro Silva, era muito curto para aquilo que é a sua presunção e quando comparado com “No presente com confiança no futuro”. Talvez mais ilustrativo para título seria “Carta aberta a Vossa Excelência o Presidente Silva, que tenta fazer-nos de parvos todos os dias”, assim cá vai:

Vossa Excelência o Presidente Silva, que tenta fazer-nos de parvos todos os dias.

Espero que Vossa Excelência se encontre bem de saúde física e mental, no entanto suspeito por força das evidencias, que se encontre deficitário de bom-senso. Bem sei que Descartes escreveu “o bom-senso é a coisa mais bem distribuída do mundo: porque toda a gente acha que está tão bem provida dele que, mesmo aqueles que noutras coisas são tão difíceis de contentar, nesse especto não desejam mais do que aquele que têm”, no entanto há razões fortes que me levam a acreditar que Vossa Excelência não esteja provido da dose necessária de bom-senso. Não se esqueça Vossa Excelência, que o bom-senso é normalmente uma capacidade inata, que permite uma convivência harmoniosa com os outros, é algo essencial quando nos envolvemos na politica, permite ter práticas razoáveis e não cometer a insensatez de tomar os outros por parvos.
Pode no entanto perguntar-se porque lhe falo de bom-senso, a resposta é simples. Vossa Excelência é versado em quid júris (o quê de Direito), é, no entanto, leigo (desprovido de conhecimento científico) em muitas outras matérias (como aliás todos nós), daí a importância do bom-senso na vida, sempre que se pede a um politico que decida sobre uma matéria em que tem falta de conhecimento, o bom-senso ajuda. Claramente Vossa Excelência tem vindo a decidir sem esta qualidade, estranhamente mesmo nas matérias de quid júris, o que leva a crer que é desprovido ou está deficitário da mesma, e que os seus conselheiros padecem do mesmo mal, se não vejamos só alguns exemplos:

  • Que falta de bom-senso o de Vossa Excelência quando logo no início do mandato proclamou a intenção de “gerir a Câmara como faço na minha casa ou no meu escritório” (as palavras são suas), fiquei desde logo a saber que não descortinava os limites entre o seu escritório e o facto de ter sido eleito Presidente;
  • Que falta de bom-senso, quando Vossa Excelência anunciou que um dos seus grandes desígnios era resolver o problema ambiental do concelho, afirmando: “conto até março de 2017 ter a funcionar uma grande infraestrutura para tratamento de resíduos no concelho, que pode levar a que uma empresa que por exemplo se instale na Zona Industrial do Chão do Pisco, possa tratar os seus efluentes, mediante o pagamento de uma taxa” (as palavras são suas);
  • Que falta de bom-senso quando Vossa Excelência afirmou “Ter como prioridade o equilíbrio das finanças municipais, no sentido de retirar o mais rapidamente possível a Câmara da falência, de modo a poder reduzir os impostos, taxas e licenças, como por exemplo o IMI e a derrama…e recuperar o crédito junto dos fornecedores”, e depois gastou quase tudo em festas e eventos;
  • Que falta de bom-senso essa folhinha que apareceu na minha caixa do correio, que gostava de saber se foi produzida nas impressoras da Câmara, e que representa a forma rasteira de se desresponsabilizar por um mandato que está perto do fim e onde o que sobra da acção de Vossa Excelência, faz lembrar aquelas pessoas que fazem limpezas para debaixo do tapete, nada se cumpriu, limitando-se  em grande medida a tentativas absurdas de usurpar as ideias e obras dos outros,  a intervir onde não era necessário, e dizer que se ganhar,  para o próximo é que é.
  • Que falta de bom-senso quando a pouco tempo das eleições,  Vossa Excelência vai tentando formar uma equipa,  em que o critério seja que não ponham em causa em nada a sua autoridade, eliminado no caso de vitória os constrangimentos decorrentes de se ver rodeado de uma equipa provido do tal… bom-senso.

Poderia encher páginas de insensatezes de Vossa Excelência, embustes de vários tipos a acontecer na política local, que só me levam a pensar que provavelmente, até a julgar pela tal folhinha que me enviou, Vossa Excelência nos consideras a todos néscios.

Quero lembrar-lhe que uma parte significativa das acções mais estúpidas nasce do orgulho daqueles que demonstram excesso de confiança nas decisões que tomam, sentem-se perfeitos, pequenos deuses que ninguém pode contradizer.
Apesar de existir medicação para muitas maleitas (com e sem prescrição médica), lamentavelmente ainda não inventaram comprimidos para o bom-senso, Vossa Excelência está convencida que a sua condição de estar Presidente lhe dá um direito superior de mentir, por isso antes que me escreva outra vez, agradecia que não me tomasse por parvo, ou então,  se continuar com essa intenção,  poupe-me à sua propaganda e entrega a folhinha a outro.

Aproveito para lhe enviar as melhoras.

Um Munícipe

A mentira como forma de vida

“No presente com confiança no futuro”. É este o título com que a personagem que foi investido como presidente da Câmara Municipal de Nelas decide presentear os munícipes num folhetim azul e branco. O título condensa, honra lhe seja feita, aquilo que foi o seu miserável mandato. No fundo Borges da Silva diz a todos que no próximo mandato é que vai ser. Agora, no presente, todo o mundo se juntou contra ele para lhe dificultar a vida. Um mártir vítima de tudo e todos é o que este polichinelo se julga.

Vamos por pontos:

  1. Borges da Silva diz-se orgulhoso de liderar “uma pequena equipa”, uma “pérola”. O líder que conseguiu transformar, por culpa própria, uma equipa de quatro em apenas ele próprio e uma colaboracionista matreira, mais uma vez se queixa dele próprio. Pena não se queixar e que não dê conhecimento do dinheiro que gasta com assessores e “chefes de gabinete” que lhe dizem amém e lhe enchem o ego balofo.
  2. Anuncia uma recandidatura a 11 de Abril de 2017 mas esquece-se de dizer que ele, apenas ele e sempre apenas ele, já a anunciou umas 10 vezes. A primeira terá sido quando assinalou um ano de mandato e, em jeito de leilão, disse que seria recandidato pelo partido político que o quisesse, piscando descaradamente o olho a Passos&Cia. Andou em concubinagem com o PSD e o CDS nacional enquanto estes eram governo, recusando-se a tornar-se simpatizante do PS para uma simples votação nas directas para o Secretário-geral. Tornou-se mais tarde militante apenas quando Costa consolidou o poder da Geringonça. Diz que todos o apoiam mas, o que é certo, é que até ao momento, o único órgão com poder para o indicar votou contra a sua recandidatura. Pormenores para um autocrata demagogo que não respeita nada nem ninguém, nem sequer as deliberações do órgão que preside. Este socialista de pandilha, transumante desavergonhado, apela a quem combateu e desrespeitou que lhe dêem o beneficio da dúvida (mais uma vez);
  3. O homem que se julga o sol radioso do Concelho de Nelas de onde tudo brota, que pensa essencialmente no seu bem-estar, que usa os outros apenas em função dele próprio, tem a pouca vergonha de julgar que irradia “segurança e responsabilidade” e de achar que dá “esperança e confiança” às pessoas. Escreve isto e não se ri. Não deixa de ser notável;
  4. Apela ao apoio dos colaboradores e trabalhadores da Câmara, agora que está em campanha eleitoral, quando passou três anos a desconsidera-los, a promover amizades e empresas amigas e a colocar em lugares chave gente que com uma caneta o ajudou a ser eleito. Esquece a forma desumana com que tratou a esmagadora maioria de todos os colaboradores, com pressões psicológicas, físicas, insultos e ameaças, feitas por interposta pessoa ou directamente. Fala em precariedade quando tem uma vida onde sempre esteve do lado e a promover e ajudar outros a promover essa precariedade. Fala em estabilidade laboral mas recorre a Contratos de Emprego e Inserção e empresas de trabalho temporário com um enorme sentimento de satisfação;
  5. Queixa-se de ter herdado uma “Câmara em rotura financeira” mas usou essa rotura como argumento para ganhar as eleições em 2013 e, na altura, até disse que essa rotura era muito maior do que realmente se verificou vir a ser. Propunha-se em campanha a fazer muito em 2013 – baixar o IMI por exemplo – dizendo que a divida era maior do que realmente era mas hoje é diz em 2017, diz que não fez mais porque a dívida era grande. Vá-se lá entender esta lógica da batata;
  6. Diz que herdou um concelho “onde as falências eram uma constante”, mentindo – façam lá o exercício de dizer quais foram as grandes falências – omitindo a enorme crise que todo o país atravessava. Mas se recorre a esse argumento, dizendo que as falências são consequência da acção da Câmara de Nelas, temos de lhe perguntar porque razão, agora que a economia nacional melhora notoriamente, não há muitas mais empresas a abrir no Concelho;
  7. Fala de despesas irregulares de 800 mil euros mas omite o que tem andado a fazer e o que provavelmente se prepara para fazer até às eleições. Esquece-se das acções que tem em tribunal por situações similares e não diz aos eleitores que o tribunal manda pagar as tais despesas de que se queixa;
  8. Fala em inexistência de projectos a fundos comunitários mas não diz que o único projecto relevante que a Câmara de Nelas executou foi a ETAR de Canas de Senhorim. Passou três anos com um quadro comunitário em pleno mas não conseguiu executar nada além disso. Não executou nem vai executar. Promete que agora é que vai ser. Para apresentar alguma coisa vai precisar das “esmolas” da ENDESA, que deu um milhão e meio de euros a quatro Câmaras, para iniciar obras de menos de 100 mil euros. Diz-nos que vai resolver o problema dos esgotos com um investimento que a ENDESA fará no valor de 150 mil euros;
  9. Diz que diminuiu a dívida em 35% e que “não o deixaram baixar o IMI” – esquecendo-se de dizer que foi a Direcção Geral das Autarquias Locais e das Finanças porque Borges da Silva escolheu não liquidar o PAEL – mas omite que fruto da reavaliação do património as receitas do IMI subiram muito mais que 100%;
  10. Diz que diminuiu os prazos de pagamento da Câmara mas esquece-se de dizer que isso resultou essencialmente do PAEL negociado anteriormente;
  11. Diz que comprou mais de 35 hectares de terreno mas não diz quantos vendeu, a que empresas e qual o preço da compra e da venda;
  12. Mente sobre os postos de trabalho criados no Concelho. Delira;
  13. Fala em projectos aprovados mas a única coisa relevante que tem para mostrar são papeis de promessas. Movimenta terras para criar a ilusão de obra, enganando os munícipes, que depois deixa abandonadas. Onde é que estão os “14 milhões de euros” que refere investidos?;
  14. Diz que renegociou a dívida. Esquece-se de referir que isso resultou da intervenção do Banco Central Europeu no mercado bancário que com isso fez baixar os juros de todos;
  15. Fala em apoio social e apresenta a universidade sénior…… e é só. Mentiu às populações quando disse que o Ministro Vieira da Silva ia apoiar o Lar de Carvalhal, Canas e Senhorim. Onde estão os mesmos?;
  16. Em minoria na Câmara – com a tal “equipa preciosa” – apresenta como suas propostas feitas, apresentadas e votadas por vereadores da oposição;
  17. Diz que reforçou as verbas para as Juntas de Freguesia mas não refere que retirou todo o restante apoio. As verbas que foram atribuídas não chegam para proceder à limpeza. Borges da Silva no fundo está a dizer aos munícipes que se não há obra nas freguesias a culpa é dos Presidentes de Junta e dos executivos que até têm dinheiro. Também aqui revela que não é de confiança e que não assume as suas responsabilidades;

Uma autêntica fraude que projecta para os próximos quatro anos aquilo que se tinha proposto fazer nestes quatro. Um mal educado que insulta trabalhadores, munícipes, vereadores que quer ser respeitado. Um malcriado que desrespeita a Câmara e o concelho mas que quer continuar a brilhar sozinho e que se propõe, porque a lei o obriga, a rodear-se de quem está disposto a fazer de fantoche. Não fosse a obrigação legal e concorreria sozinho.

O homem que não vê incompatibilidade entre negócios privados e a gestão daquilo que é de todos, que queria comprar algo do qual era credor, que mantém a Câmara se capacidade para investir quer continuar a contar com os seus impostos, com o IMI no máximo para manter o concelho na bruma turva dos seus interesses. É natural.

No panfleto azul e branco, também não diz aos munícipes como conseguiu comprar e vender, no mesmo dia, uma quinta em Carvalhal Redondo com uma mais valia de 50 mil euros. É igualmente natural.

O que não é natural é que nos tome a todos por parvos quando agora tenta vestir uma imaculada e alva pele de santo.

Uma rede de paixões

Há coisa de um ano, mais concretamente no início de Março de 2016, como é habitual no Sr. Silva, foi transmitido na comunicação social que o Município de Nelas em conjunto com os de Fornos de Algodres, Gouveia e Mangualde, tinha assinado um protocolo que visava constituir a “Rede de Territórios do Alto Mondego”. A ideia era potenciar o amor pelo vinho, azeite, frutos vermelhos e queijo da serra.

Numa fase inicial a Rede de Territórios do Alto Mondego iria submeter uma candidatura para um projecto de investimento estimado em 6 milhões e 250 mil euros e visava a captação de financiamento público e privado, materializando investimentos produtivos, com efeito multiplicador na economia local.

Ao que julgamos saber esta iniciativa teve um impulso muito aguerrido da vereadora Sofia, que se empenhou com todo o coração, neste projecto. O que é certo é que passado um ano sobre o anúncio as novidades escasseiam. Sabemos que um dos artífices da candidatura é um competentíssimo e muito popular consultor, que trabalha barato – por dormidas e almoços (a confiar no que as actas da CM de Gouveia nos dizem nas páginas 3, 4 e 5) e que, talvez por isso, as novidades tardem em chegar.

Como a vida não é só trabalho, outros desideratos, mais apeteciveis, devem ter desviado a atenção dos intervenientes.

Se rede não houver, alguém ficará com o coração (do mondego) cheio de mais umas promessas.

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Garantias

A Câmara Municipal de Nelas “garante o integral cumprimento de descargas de efluentes na ribeira da Pantanha por parte da Borgstena”

Screen Shot 2017-03-14 at 22.06.29Se garante, está garantido. Nós não temos outra alternativa senão acreditar na  opinião do presidente.

Dizia o Presidente que

“face a uma notícia recente de alegada descarga poluente baseada na existência de espuma na “Ribeira da Pantanha” e que insinua que possa a mesma ter tido origem na empresa “Borgstena” situada na Zona Industrial do Chão do Pisco em Nelas, a Câmara Municipal assegura a falsidade de qualquer descarga poluente, logo a falsidade da referida notícia, com base no conjunto de elementos de que dispõe.

Como

a Câmara Municipal acompanha e monitoriza em permanência as emissões dos efluentes descarregados no colector municipal, e deste na referida Ribeira, cumprindo as condições da licença de descarga no domínio hídrico que lhe foi atribuída pela APA (Agência Portuguesa do Ambiente);

e

mensalmente a Câmara, bem como a empresa, realizam análises de 24 horas e elaboram Relatório de Acompanhamento e Implementação de Medidas de Minimização de Impacto Ambiental, que enviam às entidades regionais e nacionais de controlo e tutela ambiental;

Não pode ser de todo possível que isto possa ter acontecido. Não podemos acreditar que estas análises sejam totalmente adulteradas pelo e que a Agência Portuguesa do Ambiente, GNR fossem coniventes com algo deste género, e a empresa não tenha

investindo mais de meio milhão de euros e alcançando resultados superiores aos exigidos em muitos parâmetros.

Agora, dado as fotos e vídeos que agora aqui mostramos, captadas dia 15 de Março de 2017, em diversos troços da Ribeira da Pantanha, só falta que o Município, a GNR e a APA, descubram rapidamente de onde é que vem o foco da poluição que podemos ver.

(clique nas imagens para as aumentar)

Que

os interesses de afirmação política

e económica de alguém, não prejudique mais as soluções definitivas em curso, o bom nome das empresas, a atractividade do nosso concelho, o seu desenvolvimento económico, incluindo turístico, e o bem estar das populações e, já agora, o ambiente deste e dos concelhos a jusante.